Confesso que estáva ansioso por essa…
Tão bom quanto beber essa cerveja, é conhecer um pouco de sua história. Eu particularmente nunca me imaginei tomando uma cerveja que é produzida dentro de um mosteiro trapista, pelos próprios monges, chega a ser engrassado. Essa produção tem como objetivo a arrecadação de dinheiro para as abadias, nesse caso é a Abadia de Orval.
Mas vamos a cerveja…
Estilo ALE, que se apresenta com uma coloração escura (cobre), uma ótima formação de espuma, com um creme duradouro. O seu aroma frutado, harmonizando muito bem com o lúpulo, malte, e um leve adocicado.
O seu sabor também não foge muito disso, podemos sentir um leve doce, depois um amargo bem marcante (nada de exageros), deixando pro final um azedo dando a senssação de dormência na boca.
Não podemos esquecer que a Orvar é uma cerveja que passar por seu processo de fermentação dentro da garrafa, então o tempo em que ela ficar guardada altera o sabor na hora do consumo (altera para ruim, caso esse armazenamento não seja feito de maneira correta).
Uma cerveja que surpreende em todos os sentidos, te dando a real senssação de que Deus existe!
Até uns 200 anos atrás essa questão do copo não era tão importante, pois as cervejas eram tomadas em canecas de cerâmica, prática não muito comum quando se quer apreciar uma cerveja, por ser de cerâmica não era possível o contato visual com a bebida.



ustas, botas e carregando em seus braços um fardinho de long neck, entra em sua Silverado (vermelha – rs) eis aí
Uma cerveja que é uma verdadeira estrela, (sim, tem duplo sentido,
é um lugar exelente para aproveitar essas variedades.